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 Edição: 31 - Ano 03
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 :: Na Água
Piscina o ano todo - Jornal Construção & Cia
  Piscina o ano todo
  Sistemas de aquecimento permitem o lazer em dias quentes ou frios
   
 
O inverno e mesmo os dias mais frios na primavera não precisam, necessariamente serem empecilhos para um bom banho de piscina. Basta adquirir um aquecedor de piscinas. Embora o valor para a aquisição de um aquecedor seja em torno de dois terços do custo de instalação da piscina, em média 35% dos domicílios que a possuem têm também o sistema de aquecimento. Mas a pergunta recorrente é: vale a pena? "Com certeza. Principalmente para aqueles que gostam de curtir a piscina o ano todo", assegura Maria Borjan, da A Líder Piscinas. Segundo os especialistas, há basicamente três tipos de aquecimento: solar, elétrico e a gás. O primeiro sistema é simples e requer apenas a colocação de placas solares voltadas para o norte. Mas o aquecimento solar funciona apenas em dias de tempo aberto, ou seja, sem chuva. "Por isso, recomendamos que, ao optar pelo aquecimento solar, o consumidor instale outro sistema de aquecimento", orienta Cláudio Librelato, da Swimmer Piscinas. Entretanto, há vantagens quando se opta por esse sistema. "Não é poluente e o custo mensal é baixo", esclarece José Aparecido de Freitas, da MG Aquecimentos. Já o aquecimento elétrico é unanimidade como o mais recomendado pelos especialistas consultados. Seu mecanismo é semelhante ao dos refrigeradores e sistemas de ar condicionado: utilizando um ciclo termodinâmico, o aquecimento elétrico retira calor do ar atmosférico e transfere-o para a água. "Como o calor fornecido para a água provém diretamente do ar, há uma eficiência de 400% no aquecimento", diz Freitas. A mínima manutenção, o custo mensal baixo e a elevada vida útil tornam-se atrativos para o consumidor que busca eficiência. "O investimento inicial é recuperado em pouco tempo, e o sistema elétrico é ecologicamente adequado", garante Freitas. Mas Librelato alerta: "Se a temperatura do ar estiver abaixo de 10ºC, o sistema de aquecimento elétrico não funciona". Quanto ao aquecimento a gás, a eficiência do sistema é de 70%. O funcionamento baseia-se na geração de calor proveniente da combustão de gases. Ou seja, a energia requerida para o aquecimento da piscina é retirada diretamente da combustão. "A principal vantagem é o aquecimento independente da temperatura ambiente", aponta Librelato. As desvantagens, contudo, são consideráveis. "O aquecimento a gás é poluidor, necessita da instalação de um sistema para suprimento de gás, há riscos de acidente e explosão, requer a utilização de tubulação de cobre e o custo operacional é elevado mensalmente", especifica Freitas.
 
Limpeza no inverno garante a satisfação no verão
Mesmo que descartada a possibilidade de instalação de um aquecedor para a piscina, o consumidor deve estar atento para a manutenção básica dela no inverno. "A piscina limpa, além de agradável esteticamente, possui um custo baixo. Abandonar implica em descoloração e manchas no piso da piscina", indica Juraci Garcia, da Design Piscinas. No verão, há um padrão de cuidado, que geralmente são manter o pH entre 7.2 e 7.6; manter a alcalinidade entre 80 e 120 ppm; manter o cloro em pelo menos 2 ppm; e manter a dureza cáustica entre 200 e 400 ppm. "No inverno, obviamente, reduzem-se os produtos e a filtragem em 50%. A limpeza deve ser efetuada uma vez por semana, e a piscina deve ser coberta com uma capa protetora", esclarece Freitas. Um alerta específico para os que possuem piscina aquecida refere-se à quantidade de cloro e demais químicas. "Quando há aquecedor, aumenta-se o cloro em torno de 5 e 10%, pois a química evapora. Mas o ideal é consultar o tratador, ou seja, a pessoa que limpa a piscina", explica José Aparecido de Freitas, da MG Aquecimentos. Tomando as precauções básicas, garantem-se os bons mergulhos no próximo verão.